Coisas D`Angola

 

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…do Cunene

 1787 – Exploração ao Cunene de José maria Lacerda

 

“É pois agora de saber que o maior rio e mais poderoso que se conhece desde o Zaire ao Cabo Esperança, é sem dúvida um a que os naturais chamam de cunene, que quer dizer grande na lingua do país. Nasce este rio em Candimbo, perto de Caconda Nova, corre para o Sul, depois de ter engrossado as suas corrente com os rios Cobango e Cutado, atravessa os dominios dos sobas de Lobando e do Luceque, trinta léguas da sua origem; mas já então assás caudaloso, que não dá passagem aos viajantes; eo soba Luceque tira bem interesse dos fretes e das canoas que ai tem, para os transportes de uma a outra margem. Continua a correr dirigindo-se para leste, o, tendo recebido vários rios, chega ao Humbe ou Monomotapa – cinquenta léguas da sua nascente – já tão arrogante e enriquecido, que tem aí seiscentas toezas de largura, e depois lá prossegue a sua corrente para leste; e nada mais pode dizer-se com certeza deste famoso e grande rio”

 

 

Contos do folclore kimbundo

” O Leão é forte como a amizade”

Dois amigos costumavam encontrar-se todos os dias, numa das conversas um deles comentou; – Os leões estão a aparecer nas redondezas. tem cuidado com a tua casa, para evitares um desgosto.

– O Leão não poderá entrar. Tenho espingarda e lança.

– Enganas-te, porque não pode lutar com o Leão.

– Tenho a certeza que posso.

Ambos riram e continuaram a conversar até que por fim se separaram.

Passou-se um mês desde quando o rapaz tinha avisado o amigo, arranjou um meio de se transformar em Leão e resolveu atacar o camarada rugindo ferozmente.

Arranhou-lhe a porta de casa e encontrou o amigo a dormir. Levantou-o, bateu-lhe e desfez tudo aquilo que encontrou. Deixando o amigo em má situação, retirou-se e voltou à forma de homem.

No outro dia, foi visitar o amigo que atacara e este disse-lhe;

– Pobre de mim! O Leão veio aqui e destruiu tudo!

– Porque não fizes-te fogo ou lhe metes-te a lança?

– Meu amigo o Leão é forte como a amizade!

fantástico!

 

 

Dondo….se infere que

 

 

Eu fui ao Dondo com o Celso no ano passado, fomos de carrinha, comigo a conduzir e foi aquilo que se pode chamar uma viajem……insuportável!

 

O caminho é longo e intolerável de tantos buracos, mas eu até gosto dessas coisas a acabei que achei proveitosa a deslocação.

 

O Dondo tem algo de estranho, é uma vila fantasma, não tem nada nem ninguém, para se lá chegar é um tormento as casas estão fechadas, abandonadas e as ruas vazias. Os dois pontos altos da localidade com interesse social neste momento são a bomba de gasolina da Sonangol e a Fábrica de cerveja da Eka.

 

No entanto o Dondo despertou-me um interesse insuspeito. Aquilo transporta uma certa melancolia, uma saudade qualquer anda impregnada nas paredes das casa velhas e depois tem uma coisa que me interessa sempre em todos os locais construídos para habitarem pessoas, é a arquitectura da vila.

O Dondo é constituído em termos arquitectónicos por ruas largas, arborizadas em abundância por acácias e outras que eu desconheço, as casa são todas de piso térreo e uma coisa que me chamou a atenção na altura é que quase todas as construções fazem lembrar as vilas alentejanas construídas no sec. XVII ou XVIII, as paredes são grossíssimas a madeira é uma constante nos acabamentos, a telha é geralmente portuguesa e raras são as excepções de telhado em chapa com aquelas inclinações grandes que pululam um pouco por todo o lado aqui, parece-me que são de inspiração holandesa, provavelmente trazidos a partir da Africa do Sul.

 

Ora isto despertou-me interesse e como é habito quando estas coisas me despertam interesse, liguei ao meu avô.

“ …pois vô, lá fui ao Dondo…aquilo tem piada sabes! O caminho é que não se pode, é intolerável!…de resto por lá tudo estragado, partido, abandonado….um deserto, mas interessante, muito interessante!”

 

“ ah o Dondo, pois….eu não conheço, mas parece que tinha uma feira importante ou alguma coisa do género!”

 

Era mesmo, o meu avô sabe sempre qualquer coisa sobre quase tudo, é o que eu denomino de cultura enciclopédica, um conhecimento absurdamente vasto e telegráfico.

 

Acabou por me chegar ás mãos, através do meu avô, um livro de vinte e poucas paginas e mais recentemente um outro que no meio de muitas referências arquitectónicas a diversas vilas e povoações de Angola, fala também do Dondo e é de facto interessante a história e a arquitectura da localidade.

O Dondo começa por ser povoado a partir da descoberta dos sertões no Sec. XVI e XVII, aquilo fazia-se como é óbvio por barco, subindo os rios que tinham navegabilidade e foi a primeira iniciativa de descobrimento do interior de Angola. Fazia-se sobretudo na busca de intermediários para o mercado de escravos e acabou por fundar ao acaso várias populações ribeirinhas.

 

O Dondo nessa altura começou a ser conhecido por ter uma grande feira aonde afluíam vários povos de diversos locais remotos e em 1625 houve a iniciativa de Instituir oficialmente a feira do Dondo.

Com o fim dessa actividade horrenda que era a escravatura o Dondo parece que passou um mau bocado mas a sua história não tem registos conhecidos até meados do XIX e só a partir dessa altura é que se pode falar sobre a localidade.

 

A feira ganhou um interesse redobrado quando as populações continuaram a afluir das zonas remotas do Leste para fazerem trocas comerciais que envolviam produtos como o marfim, a cera, o café, o algodão o amendoim o óleo de palma e outros.

 

Como o Dondo prosperava, Cambambe declinava e a sede do concelho foi então mudado em 1857 para a Localidade onde se realizava a feira, na altura foi também um sinal dos tempos.

Cambambe era sede de concelho por causa do presídio que ali existia, o Dondo conquistou-lhe o respeito administrativo por causa do comércio. No fundo os fundamentos da organização e estruturação social e política tinham mudado e o Dondo proliferou.

 

Com esta mudança foi incrementado a desenvolvimento da Vila e iniciaram-se melhoramentos importantes, arborização e embelezamento, melhoramentos em habitações e claro está mais segurança com companhias militares, construíram-se nova igreja, novas escolas publicas, dois colégios privados e novos “paços – do – concelho”, foi fundada uma companhia de transportes e melhoradas as estradas e pontes.

 

O Dondo passou a assumir uma importância extraordinária porque podia agora fornecer em grandes quantidades os produtos de consumo de Luanda e mais do que isso, era o entreposto comercial onde se reuniam os produtos a serem encaminhados primeiro à capital e depois para exportação.

 

É extraordinário e fizeram-se ali grandes fortunas. Mas o destino é uma coisa ingrata e sobretudo irónica. A importância do Dondo era tal neste capítulo da troca comercial que decidiram as autoridades construir o caminho-de-ferro do leste que levou ao seu declínio.

A população naquela altura era descrita assim

 

População Europeia – 50 a 60 Europeus elevando o numero a cerca de 100 consoante o estado do comercio.

 

Propriedades – 55 casas cobertas de telha, sendo a maior parte delas construídas de pedra e barro, Algumas são boas e tem sobrado.

 

Cubatas – Existem em grande número.

 

Industria – Fabrica-se telha e tijolo, cal e louça ordinária de cozinha. Não existe outra indústria.

 

Agricultura – Falta completamente, existem lavras insignificantes.

 

Isto, são palavras escritas num relatório da “ Direcção de Obras Publicas da Província de Angola” em 1880.

 

Ora bem sem agricultura, sem indústria transformadora de produtos e com o caminho-de-ferro a funcionar a partir de 1893 e chegando a Malange em 1909 é natural que as coisas não viessem a correr bem!

 

Esta ironia é significativa, o desenvolvimento sugeriu a criação de condições melhores de logística e essa novas condições extinguiram a necessidade de existência da vila. È ingrato mas é a realidade.

 

O caminho-de-ferro permitiu transportar os produtos directamente do produtor no leste para Luanda, deixaram de ser necessárias as aventureiras e épicas viagens de centenas de quilómetros com carga transportada em mulas e carroças com dezenas de carregadores. O Dondo perdeu então importância porque as suas duas únicas características económicas, a capacidade de armazenar e escoar produto, desapareceram.

 

As autoridades locais não viram a tempo, na época de prosperidade, que um centro puramente logístico está sempre sujeito e vulnerável ao progresso tecnológico e poderiam ter evitado o definhar da povoação pela introdução ali mesmo da agricultura e sobretudo pela criação de industrias transformadoras de produtos vindos do leste.

 

Não fizeram e em menos de trinta anos as trocas comerciais baixaram de 561 toneladas em 1889 para menos de 30 em 1918. As pessoas foram-se embora e aquilo foi ficando cada vez mais deserto, mais abandonado e continua assim ainda agora.

 

O futuro do Dondo vai ser o turismo!….quando o tempo e o mesmo progresso fizer o povo Angolano ter saudades da história, a mesma saudade que por lá anda já impregnada nas paredes grossas das casas antigas. Nessa altura poucas localidades vão poder competir com antiguidade e preservação do Dondo.

Sobre o Leste e os Grandes Lagos

..eu sei por exemplo que na região dos grandes lagos, no nordeste do país, existem lendas sobre a formação desses mesmo lagos. As lendas são todas semelhantes e presume-se que recentes. Parece que se foram espalhando e acrescentando alguma coisitas conforme o lago em questão.

A lenda básicamente fala de uma velha, Nakalundo, passar por uma aldeia ou Kimbo para querer negociar uns peixes mal amanhados por mandioca, farinha de mandioca….um coisa deste género. Diz-se então que por soberba o soba da aldeia mandou correr a velha dali a pontapé e na saida da aldeia encontrando-se com uma menina jovem e simpática ( algumas adaptações dizem que teria sido uma jovem em quarentena de mestruação ou um jovem em quarentena para o ritual da circuncisão), a velha avisa exactamente sobrew uma praga que vai lançar à aldeia e que a menina deve fugir com a familia assim que ouvir um rumor de vento e água pois a aldeia será engolida nesse mesmo instante.

É assim que explicam a formação dos grandes lagos, com esta lenda e afirmam todos ainda hoje ser possivel ouvir tambores dos aprisionados no meio do lago e que de vês em quandosaltam galinhas vivas do meio das água, que se conseguem ver no fundo algumas alfaias e utensilios dos castigados e toda a sorte de presságios, coincidências e superstições possiveis e imaginárias em volta desta lendas.

26 comentários Add your own

  • 1. jorge costa  |  Fevereiro 23, 2007 às 12:34 pm

    nasci no dondo e toda a minha vida vivi as imagens exclusivamente atraves dos comentários dos meus pais, queria se pudesse que me facultasse imagens do dondo antes e actuais, ou como posso obter essas fotos.. muito obrigado

    Responder
  • 2. Afonso Celso  |  Agosto 20, 2007 às 4:57 pm

    Caro Pedro, muito prazer, saudações!

    Ao iniciar uma pesquisa no google, me deparei com esta bela página de Angola, eu estou pesquisando sobre o Semba, queria pedir-lhe fotos desta manifestação típica de Angola, estamos montando um enredo de Escola de Samba, e queremos informes e fotos desde belo folguedo(dança e canto angolano), assim como, gostaria de saber mais sobre os grupos ou nações de Angola, fotos e textos, para montarmos nossas alegorias(roupas, indumentária).

    Sou do Brasil, do Estado do Maranhão, vivo a nordeste do País, próximo à Amazônia, gostaria muito de manter relações virtuais com você e sua equipe.

    Caso queira enviar o material por e-mail, aí está o meu:
    acelf@pop.com.br

    Tudo isso para difundir e expandir a cultura negra no Brasil.

    Abraços fraternos;

    Axé!

    Responder
  • 3. jorge Rocha  |  Setembro 7, 2007 às 1:14 am

    Felicitações pelo seu interessante trabalho……

    Sou Potugues e fui nomeado para o cargo de engº responsavel pela direção da Fiscalização da nova autoestrada Dondo – Malange.

    Estou ciente do contributo que irei dar aquela população……

    mas o seu trabalho deixa me deveras assustado

    Gostaria imenso de trocar duas ou tres impressoes consigo pois parto dia 18 de setembro

    se for possivel mande me o email com o seu contacto…

    Deveras agradecido

    Com estima e consideração

    Jorge da Rocha

    jorgedarocha@sapo.pt

    Responder
  • 4. Danielle Alaves  |  Outubro 26, 2007 às 5:23 pm

    Adoerei encontrar esse site ,sou brasileira e meu pai é Angolano ,mais sei muito pouco da familia dele só queria mais informações!

    Responder
  • 5. rute catarina milheirao leigo  |  Novembro 20, 2007 às 1:36 pm

    tyimvgda das

    Responder
  • 6. rute catarina milheirao leigo  |  Novembro 20, 2007 às 1:37 pm

    lendas de angola

    Responder
  • 7. livinha beranardes  |  Novembro 19, 2008 às 8:12 pm

    em hora era quando um bem sentir.

    minas gerias

    Responder
  • 8. arilson teixeira  |  Janeiro 14, 2009 às 5:08 pm

    eutiamo

    Responder
  • 9. SARA  |  Fevereiro 27, 2009 às 2:30 pm

    esses miudos estam lindos ai nessa fotografia
    so da cara
    so do cabelo

    LINDOS MARAVILHOSOS DESLUNBRANTES

    Responder
  • 10. Agostinho Manuel Domingos  |  Dezembro 12, 2009 às 7:54 am

    No que toca a cidade do Dondo, eu adoro muito. É como se fosse a minha alma gémea.
    Desde os tempos que já lá passaram, nunca vimos tão árduo trabalho de reconstrução que estamos vendo agora. Tudo isto graças ao empenho do actual administrador Municipal “GODÓ”. Tem muita atenção pela população. Não é como outros que apenas enchem os seus bolsos ou recebem terreno.
    Este é HONESTO.

    Ass: Mirolim de Cacese

    Responder
  • 11. maria manuela pereira  |  Fevereiro 26, 2010 às 12:48 pm

    nasci no dondo sou neta do conhecido vellho buca vivo em portugal desde a indepencia linda a terra que nasci.

    Responder
    • 12. pedromoraiscardoso  |  Março 6, 2010 às 1:14 pm

      Bem haja!!….como deve calcular eu adoro aquela sua terra de origem!

      Responder
    • 13. Mirolim  |  Março 17, 2010 às 6:11 pm

      Saudações minha conterrana. Eu chamo-me Mirolim e moro no Dondo bairro de Cacesse. Vi o seu comentário sobre o Dondo e que és neta do velho Buca, adorei, por isso decidi enviar-te uma mensagem para te falar um pouco sobre o Dondo.

      O nosso Dondo actualmente está a mudar muito. Se poderes faz forma de vir dar uma volta pra não esperar ser contada. Se quizeres mais notícias sobre algumas pessoas conhecidas que aqui deixaste, é só ligares para o meu teminal telefónico (244)927753698 ou (244)234205088 Mirolim. Manda o seu e-mail para eu te enviar algumas fotos do Dondo actual e algumas do Pungu Andongo em Malange para veres a pata do Ngola Kiluange.

      Responder
  • 14. loureiro  |  Março 25, 2010 às 2:22 pm

    Li com muita atençao sobre o administrador SR. GODO ser
    um homem serio e honesto. Este senhor merece uma estatua
    no centro da vila,como uma condecoraçao . BEM HAJA e que
    DEUS o acompanhe.

    Responder
    • 15. pedromoraiscardoso  |  Março 28, 2010 às 12:21 pm

      Meu amigo….agradeço as suas carinhosas palavras!

      um grande abraço!

      Responder
  • 16. paulo loureiro  |  Maio 31, 2010 às 11:13 am

    Como e´ possivel um senhor de nome GODO ser serio e honesto
    numa naçao que quase todo o poder enche os bolsos? bem haja
    senhor GODO. Uma estatua como atraz alguem escreve ate sera muito pouco. Viva ANGOLA.

    Responder
  • 17. pedromoraiscardoso  |  Maio 31, 2010 às 11:44 am

    Grande abraço e bem haja meu amigo…está a ser muito generoso!

    Responder
  • 18. Micéu Cruz  |  Junho 20, 2010 às 12:59 am

    Li atentamente os diferentes textos sobre o Dondo -minha terra natal – onde regressei e visitei no passado mês de Fevereiro. Passados 35 anos a paisagem humana e terrestre mudou. Daquilo que visualizei, resta-me desejar a todos os dirigentes políticos a maior força para a grande obra de reconstrução da cidade…gostaria de forma voluntariosa dar o meu contributo na área social/educação se de interesse se constituir…valeu a viagem…as gentes do antigamente são em número reduzido, mas continuam fortes e atentos…são uns verdadeiros heróis…para eles aqui deixo a minha maior homenegem de respeito e soldariedade…VIVA O DONDO E AS SUAS GENTES!
    BEM-HAJAM TODOS ELES! – MICÉU CRUZ (FILHA DO CRUZ)

    Responder
    • 19. pedromoraiscardoso  |  Junho 23, 2010 às 5:24 pm

      Bem hajam…e que alguém responsável leia esta sua mensagem!…todas as mãos corajosas e generosas pensam que teriam utilidade

      Um enorme abraço, estamos juntos!

      Responder
  • 20. Micéu Cruz  |  Janeiro 1, 2011 às 11:59 pm

    Aguardo notícias sobre a recuperação urbanística do Dondo…Bem-haja quem o fizer!

    Responder
  • 21. Micéu Cruz  |  Março 7, 2011 às 10:16 pm

    Fico a aguardar notícias suas sobre novidades do Dondo.
    Bem-haja…

    Responder
  • 22. antonio faceira  |  Janeiro 5, 2012 às 12:50 pm

    Quero vender a minha casa fica situada no futungo

    Responder
    • 23. Henrique Montenegro  |  Fevereiro 21, 2012 às 5:08 pm

      Vivi em Cambambe desde os meus 5 anos aos 22,onde tambêm trabalhei, o Dondo,era a minha segunda casa,quantas vezes aì joguei, ainda em Setembro do ano passado estive com alguns amigos do Dondo em Fátima.
      Tenho um irmão,que vive no alto do Dondo mais própriamente na EKA, de nome Avelino Montenegro.
      Fico feliz, que finalmente alguem tenha,tomado em mãos a ardua tarefa de fazer renascer essa bela cidade , BEM HAJA SR: GODÓ.

      Nota:Sou angolano, nasci nas Mabubas

      SEMPRE ANGOLA.
      Henrique Montenegro

      Responder
  • 24. silvino gomes  |  Março 3, 2013 às 3:02 pm

    amigo montenegro espero que seija este montenegro que conheci em cambambe nos anos de mil e novecentos e setenta setenta e um nessa altura estive ai na tropa e a nossa compahia jogava o futebol de salao com a vossa iquipa de cambambe ainda recordo esses tempos com saudades o dondo na altura era uma bonita vila agora gostaria imenso de poder la ir mas as coisa cada vez estao mais difizeis na internet nao comsigo ver nada de la bem um abraco amigo deste que se encontra nas terras alemas ja a muitos anos adeus ate uma resposta carlos.

    Responder
  • 25. Pedro Caba  |  Junho 17, 2013 às 10:21 pm

    Visitaste na realidade a Vila do Dondo ou apenas ouviu dizer numa daquelas pessoas que sinceramente não gosta das cidades dos outros, porque o Dondo que aqui tu retratas não com diz com a realidade e como sugestão convido lhe à visitar novamente a nossa vila e fazeres as comparações do Dondo à 7 anos atrás e o atual
    .

    Responder
  • 26. silvino gomes  |  Outubro 3, 2013 às 11:28 am

    POIS eu acredito que o dondo que eu conheci nao seija o de agora os tempos passao e as coisas comesao a detiorarem-se e e uma pena nao haver alguns fudos para se renuvarem-se eu digo isto porque na altura que la istive ja havia coisas degradadas assim como a igreja que tinha sido dos envagelicos istava feita de caserna para os militares estarem la estancionados o melhor era o hotel maginal que era construcao recente na altura o hospital estava num pequeno alto a saida do lado sul mais acima avia uma pedreira onde o carro de imstrucao dav a volta todas estas coisas me recordo bem haja SILVINO

    Responder

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