Naceu o meu puto Tomás!

Junho 16, 2008 at 3:13 pm 2 comentários

…pois é finalmente nasceu, chama-se Tomás e pesa 3,6Kg, este de certeza que quando se casar vai levar o meu nome!

Aquilo não foi um parto, aquilo foi um filme de terror….a I. depois de quatro viagens ao hospital na semana passada e de dia e meio internada à espera do parto vai que começa a fazer uma dilatação ao sprint e quando era para ser dada a epidoral, uma das melhores invenções do século XX, já estava pronta a parir….vai daí que  quando aqui o muadiéw chega á sala de parto aquilo parecia o 8 circulo do inferno de Dante!…três enfermeiras, dois médicos e o Paulo Bastos, um amigo nosso de Tires que trabalha ali no hospital e que por acaso estava de serviço….o pandemónio era total….sangue por todo o lado, gritos atrozes e as tipas a dizer coisas do género “…agora agarrem a mãe!!…agarrem-na bem agora!!”

Foi duríssimo, uma experiência medonha e no entanto inesquecível!…são estes momentos que fazem a definição das relações entre as pessoas….estes momentos de preto e branco são o limite que serve para nós deixarmos de dar importância à imensa escala de cinzentos de que é feito o dia a dia das relações interpessoais…valeu Iola, mais um passo importante para nós!

O Tomás é o meu primeiro filho propositado, embora todos tenham sido desejados e desejáveis e não entenda hoje como era possivel a minha vida sem eles! O Tomás foi explicitamente concebido e ainda por cima é o primeiro rapaz!…a esperança é enorme, o amor é muito….é sempre assim quando uma criança nasce!

Para quem possa perceber “Ao Tomás, em cada….estarás entre nós”!!…allez!

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2 comentários Add your own

  • 1. Maria  |  Junho 18, 2008 às 2:26 pm

    Parabéns, Pedro, pelo Tomáz e pelo que ele vos veio trazer de novo, ou até de sedimentação do antigo.

    Gostei especialmente desta parte :
    “!…são estes momentos que fazem a definição das relações entre as pessoas….estes momentos de preto e branco são o limite que serve para nós deixarmos de dar importância à imensa escala de cinzentos de que é feito o dia a dia das relações interpessoais…”!
    Não poderia estar mais de acordo. Os instintos primários, neste caso o da maternidade ou o da paternidade, são o que nos definem enquanto espécie e a cereja do bolo neste seu post foi o “este de certeza que quando se casar vai levar o meu nome!”. Á boa maneira Latina!

    Mas já que o Dia do Pai acabou de ser celebrado nos países anglo-saxónicos (15 de Junho), permita-me:

    Esteja o Pedro a criar um filho, tenha já criado um filho ou esteja a fazer o caminho que umas vezes é absolutamente apaixonante, outras, um caminho absolutamente doloroso tal como o é para uma mulher que concebe e dá à luz, ame-o(s), acredite neles e deixe-o(s) saber isso até à exaustão, porque este dia é seu. Este e todos os outros dias em que for pai de filhos, autor de ideias novas e criativas. A preto e branco. Sem reservas. Por inteiro. Ligado. Creativo. Forte. Em celebração.

    Felicidades para todos. Sopro daqui um beijinho ao Tomáz.

    Responder
  • 2. pedromoraiscardoso  |  Junho 18, 2008 às 4:18 pm

    Obrigado Maria!…bem haja!

    Responder

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