Por terras do Rei Mandube

Outubro 16, 2006 at 2:07 pm 26 comentários

Por terras do Rei Mandube

cunene21.JPG

Lá fui eu….com as minhas imbambas desta vez para o Cunene, a fechar mais um bom negócio e a consequente carga de trabalhos que lhe vai suceder!!

…eu gosto de me meter nestas alhadas e lá fui, com a minha mala de roupa, com minha pasta do computador e dos documentos, com o tabaco e o café no termo, com a minha revista de economia e a tal preciosidade que ando ás voltas chamada “ o papel do jazz”, desta vez o numero 3!

,,,nesta viagem acrescentei um casaco de reuniões, nem sei porquê, mas enfim são pormenores de ultima hora que eu gosto de mudar! …. Chamo a isto a minha criatividade laboral….é pobre mas é do que se arranja!

Lá fui e lá encontrei uma terra giríssima, o Cunene faz-me lembrar o Alentejo no verão, é assim!….já quando fui a Marrocos, das cinco vezes que lá fui, aquilo me fazia lembrar o Alentejo, na Huila quando subi a caminho da leba, na estrada da Humpata também disse…” que diabo Tiago, não é que isto é igualzinho ao Alentejo!”, não sei porquê mas tudo me parece o Alentejo, sou provinciano…..ainda por cima nasci em cascais, é que nem sequer posso dizer que nasci na província…sou aquilo que se pode chamar um provinciano congénito, é a pior casta deles!

cunene14.JPG

O Cunene tem uma coisa e falta-lhe outra, o que tem são vacas….o que lhe falta são pessoas!

Lá cheguei e fui recebido, mais uma vez, impecavelmente.

 A afabilidade dos povos do Sul é absolutamente impressionante e o Cunene não é excepção, o Aristides Pimentel que é director do CDI do Governo Provincial não deixou que lá chegássemos sem nos receber e tratou de orientar a visita por completo, conseguiu o impossível que foi reservar um querto na vila Okapale (Aeroporto em Cuonhama) com direito a “jacuzi” e tudo mas eu francamente não ia muito confiante.

Primeiro não foi a Débora a marcar a viagem, segundo não foi o Celso quem me foi buscar e levar porque houve a necessidade de me acompanhar e ele foi quem quis ir

….” Para proteger o chefe….aquilo nunca se sabe o que vai dar! São zonas muito longe!”, foi a conversa dele para ir comigo!

Ora bem….sem as coisas orientadas como eu prefiro que sejam, já ia a desconfiar de como é que tudo iria correr e claro, eu nestas coisas acabo sempre por me dar razão

….estou proibido por mim próprio de viajar sem a Débora tratar das coisas!!

Acabei que não consegui reserva de volta, o bilhete era só de ida, o dinheiro que me deram foi manifestamente insuficiente, o carro que alugamos ficou com as molas partidas, tive de embarcar á ultima da hora num avião de transporte militar sentado no meio de carros, moveis, ferros e toda a sorte de coisas extraordinárias que se conseguem meter dentro deste tipo de transporte. Fui conduzido até Luanda por uma tripulação de russo saídos dum romance de graham greene directamente para o cockpit do avião, com uma passagem pela tasca local até se enfrascarem totalmente para poderem suportar os horrores do calor daquele “meio-deserto” a que se convencionou chamar de Cunene.

cunene22.JPG

Enfim o que não nos mata torna-nos mais fortes e a esta altura se o ditado for verídico tenho aqui para mais 200 anos!!

…de resto por lá tudo certo! Como já havia dito apesar de nem reserva ter, o Aristides lá conseguiu um alojamento de luxo e tudo correu lindamente. Quando cheguei a casa, que agora é Luanda, perguntaram-me…” então o cunene?” , a minha resposta é inesperada até para mim….”pá!….o Cunene?….não sei porquê, mas adorei aquilo!”.

Eu acho que sei, o Cunene é uma zona transfronteiriça, a caminho da Namíbia, num corredor de logística que vem da Africa do Sul para Angola, é a primeira paragem de entrada e isso acrescenta-lhe muito valor e algumas peculiaridades muito interessantes.

O posto fronteiriço chama-se Santa Clara e é uma coisa impressionante, uma quantidade assustadora de camiões, sabe deus com sei lá o quê em cima a andar de um lado para o outro, é um frenesim roçar o patético.

È só negociatas, é sitio que se vai lá fazer riqueza de ocasião e poucos são os habitantes locais, é terra de arrivistas, aldrabões, enguias, pára-quedistas e esquemáticos.

…a fazer fé no que aprendi da vida em Portugal dali sairá a próxima geração de políticos do país, deus nos acuda se eu tiver razão.

Aquilo faz lembrar o Alentejo??

…pois é faz mesmo, sei eu lá porquê, mas que faz, faz!…. É mais ou menos como as bruxas, que as há, há!

…eu também acho que tive sorte nesta viagem, fiz questão de andar de um lado para o outro e acabei por ir dar a Xiangongo, que é em Ombadja, a meio caminho entre N`jiva e a Cahama!!

Eu também fiquei assim!! ….baralhado quando me disseram isto! Mas lá fui por ali fora a descodificar o enigma e sai com esta conclusão.

cunene7.JPG

 “ N`jiva é capital politica da província…tipo na parte debaixo do mapa….se arrancarmos com uma inclinação de 45 Graus para a esquerda em direcção á parte de cima do mapa vamos dar à Huila e então passamos por uma zona chamada Ombadja cuja terra principal se chama Xiangongo, que tem uma igreja, duas bombas de gasolina, uma loja de chineses, um musseque chamado rua 6 e o rio Cunene, é capital do sub grupo étnico Cuonhamas que é o dominante do grupo étnico dos Ambós. A Cahama é onde o Baguinha, Hugo Teles, meu amigo aqui na banda e o gajo mais humilde e “smartly charming” que cá anda, tem uma fazenda de criação de gado!

Não sei se ajuda mas é esta a minha conclusão!

Ups!! …terceira página no Word, significa que estou a tornar-me chato com as parvoíces que escrevo, se calhar ainda vou escrever alguma coisa sobre os Ambós e a sua organização aqui ao lado na página “ coisas d`Angola”.

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Entry filed under: estórias d`Angola, Jornadas e descaminhos.

aos dois leitores do blog!! Foto conclusões do Cunene

26 comentários Add your own

  • 1. Mo das Palmeiras  |  Outubro 17, 2006 às 7:32 pm

    Que medo…Avião Russo!!! Bem, só tu mesmo…mas que curtiste curtiste – NOTA-SE!! HEHEEH

    Bjs aos milhões

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  • 2. Armando Teixeira  |  Dezembro 19, 2006 às 4:02 pm

    Que imensa saudade. Uma grande terra. Eu nasci em Xangongo em 1951. Se tiveres fotos de Xangongo e me poderes enviar eu agradeço. Eu fiz a 1ª comunhão nessa igreja. Africa só Africa.

    Responder
    • 3. Luis Pinto  |  Fevereiro 14, 2011 às 8:54 am

      Tem graça eu também nasci em Xangongo em 1951. O meu Pai era militar e comandante da companhia do Exército que estava instalada no Forte Roçadas. Porque razão se chama Armando? Não havia muita gente no Roçadas naquele tempo e como o meu Pai se chamava Armando pensei que pudesse ser seu afilhado.
      Eu tenho fotos actuais de Xangongo, que lhe posso enviar. Mas o melhor é vir até cá. Isto é uma País com Esperança. Todos os dias está melhor.
      Cumprimentos

      Responder
  • 4. zé kahango  |  Abril 10, 2007 às 3:28 pm

    Acabo de descobrir este blog. Que boa surpresa! Aqui virei mais vezes. Saudades da nossa terra linda!

    Responder
  • 5. Joaquim Dias  |  Junho 5, 2007 às 9:50 pm

    Vivi entre 1962 e 1974 em Xangongo(Ex Vila Roçadas).
    Que saudades tenho da minha terra.
    Caso alguém tenha fotos de lá agradeço que mas enviem.
    Saudações

    Responder
  • 6. jose gonçalves  |  Julho 9, 2007 às 1:41 pm

    encontro-me com várias fotos de locais diferentes de xangongo, e do forte de roçadas. Se estiverem interessados contactem para: ze_torradinha@sapo.pt

    Responder
  • 7. Mário Ferreira Silva  |  Julho 29, 2007 às 9:49 pm

    Entrei neste blog, por acuso, acho interessante.
    Estive em angola e setor a construir um site, para dar a conhecer terras de Angola por onde passou c.c.3387, faltam ainda muitas fotos, caso queira colaborar agradecia o envio.
    http://www.prof2000.pt/users/secjeste/CCac3387/
    Joguei futebol no campo de Roçadas, iamos de Pereira d’ Eça, Namacunde e chiede, isto em 1973
    cordiais saudações Mário Silva

    Responder
  • 8. pedromoraiscardoso  |  Julho 30, 2007 às 9:28 am

    Caro Mário;

    A saudade é uma coisa maravilhosa….disponha das fotos que entender!!

    Bem haja

    Responder
  • 9. artur zacarias  |  Agosto 17, 2007 às 2:57 pm

    vivo na provicia do cunene, fui nascido na provicia do huambo neste preciso momento menencontro em windhoek estou afazer o meu primeiro ano da universidade. foi muito bom eu ter lido do teu a contecimento, porque da a mentender que adquiriste muita esperiencia da tua vida, na vida tudo e possivel, nao fique muito triste porque tu es o macimo, tanbem quiz dizer que o pais esta nu processo de dezenvolvimento as coisas nao estao la tao organisado.

    Responder
  • 10. Felisberto Teixeira  |  Setembro 22, 2008 às 1:08 pm

    Parabens pelo Blog.
    Olá malta angolana.
    Nasci em benguela e vivi em Xangongo (Ex Vila Roçadas) durante 7 anos, até 1975.
    Que saudades tenho da minha terra.
    Estou ansioso por lá voltar, mas ainda não ganhei coragem, pois temo pela falta de segurança, além do elevado custo da viagem e estadia em Angola.
    Gostava de receber fotos da referida Vila.

    Responder
  • 11. Leonor Costa  |  Dezembro 13, 2008 às 11:33 pm

    Vivi no Roçadas durante seis anos. Essa pequena terra marcou positivamente a minha infância.Gostaria de ter acesso a mais fotos desta terra maravilhosa.Se alguèm que lá foi recentemente,as pudesse divulgar,ficaria muito grata.

    Responder
    • 12. Armando Freitas ( Pífaro )  |  Dezembro 15, 2009 às 10:06 pm

      Cara amiga Leonor. Logo que possa envio-lhe algumas fotos mas, em que anos lá esteve?Ainda existia o Café Central?E aquela loja que tudo vendia (comércio geral) em frente ao Chefe de Posto. Este, um senhor que sabia estar. Um amigo e responsável.Acho que tinha um casal de filhos. Igualmente, uns meninos espectaculares, quer para o tempo quer na idade.Que pena tenho…mas. Hei-de lá voltar…

      Responder
    • 13. julio oliveira  |  Janeiro 25, 2010 às 8:26 pm

      tambem eu vivi no Roçadas nos meus tempos de infancia. nao há grandes fotos para os anos de 1950…em que la vivi.

      Responder
  • 14. Fernando Costa  |  Fevereiro 22, 2009 às 4:12 pm

    Que saudades amigos e que bom ver escrito coisas que dão saudade.
    Eu estudei no Roçadas (não sei o nome novo) e estava estive nessa altura hospedado numa pensão que era do Sr vilaças, pois meus pais estavam a construir uma casa no Ruacaná.
    Sou do tempo em que construíram a ponte e me lembro muito bem do forte do Roçadas no peupeu.
    Agora estou na Alemanha e tenho um site onde através dele mato saudades, é sobre Portugal, Comunidades, PALOP e CPLP.
    Vou colocar o Blog no meu site (Blo,s Amigos), mas para isso gostaria que me envia-se um banner imagem.
    Um abraço e espero noticias.

    Responder
    • 15. pedromoraiscardoso  |  Fevereiro 23, 2009 às 11:28 am

      Caro Amigo Fernando;

      ..é sempre bom ver quem tem saudades e carinho pelo fantástico pedaço de terra que é Angola. Bem haja!!

      Responder
  • 16. Armando Freitas ( Pífaro)  |  Julho 5, 2009 às 10:18 pm

    Estive em Roçadas e joguei pelo Clube contra o Pinga de boa memória, contra o Diniz nos Coqueiros e contra o Seninho. Estes dois últimos, viriam para o “Puto”, para jogarem respectivamente no S.C.Portugal e no F.C. do Porto. Estava no Forte Roçadas, mesmo por cima da Ponte sobre o rio Cunene. No forte, havia um Imbondeiro enorme, antigo e com história única.Havia um pobre homem a quem ajudáva-mos muito,de côr, já velho, apenas com uma perna porque a outra, comeu-lha um crocodilo depois de lhe virar a canoa. Não me lembro do nome mas falava muito no General Roçadas e no Pereira d’Eça.Gostava saber notícias. Se o forte existe, etc.Tudo isto remonta aos anos 1968/1970.Abraços e Parabéns.Sou reformado das Alfândegas – Alfândega de Braga.

    Responder
  • 17. Armando Freitas ( Pífaro)  |  Julho 22, 2009 às 7:52 pm

    Gostava de lá voltar. Se alguém souber indicar, uma residencial ou hotel agradecia.

    Responder
    • 18. paulo dias  |  Dezembro 13, 2009 às 9:35 pm

      as saudades são muitas pois vivi os melhores anos da minha vida naquela terra maravilhosa,ali vivi 12 anos era o dono dos GELADOS PADY ali quase em frente á administração,assisti á construção da ponte,caçava muito nas margens do cunene calueque etc
      Nunca mai la voltei mas gostava de la ir ver como é que aqulo esta agora

      Responder
      • 19. Armando Freitas ( Pífaro )  |  Dezembro 15, 2009 às 10:18 pm

        Paulo Dias, então em frente à Administração, não era aquele comércio geral de que falei? Era o Paulo Dias ou algum irmão que tinha, que era um maluco dos diabos a “tirar” cavalos em direcção à Ponte do Cunene? Penso que era uma “Honda”, não me lembro é da cilindrada…
        Abraço.
        Para todos “Por terras do Rei Mandube ” ainda à espera de GODOT” e seu criador, O MELHOR DOS NATAIS E QUE O PRÓXIMO ANO 2010, no traga uma maior aproximação dos Povos dum modo geral e dos de Angola em especial.
        A.Freitas

  • 20. Herminio  |  Janeiro 19, 2011 às 5:25 pm

    Ola boa tarde,gostei imenso de ler todos os comentarios.<Tambem fui militar no Forte Roçadas no tempo comandava o Cap. Rebelo Gonçalves,militar duro exigente mas muito compreensivo,gostava de saber do 1º cabo cifra,isto nos anos 65 e 66.Em 66 fui pra Pereira Dèça substituir uma comp.port.que foi pra Mavinga.Havia tambem um 1º cabo radio-telegrafista no S.T.M. Algarvio chamado Herder alguem conhece este pessoal. Um abração Herminio

    Responder
  • 21. elvira  |  Maio 15, 2011 às 9:02 pm

    olá boa noite
    Que bom foi recordar a igreja e ver k com o tempo se encontra em bom estado.tambem vivi nessa terra de 1955 a 1961, pois o meu pai era militar.Morava na companhia ao lado do Portico da entrada, lembro-me do jardim com o lago e das brincadeiras k lá faziamos. frequentei ainda alguns meses a escola primaria.
    Tenho algumas fotografias desse tempo.
    Nunca mais lá voltei .
    um abraço

    Responder
  • 22. Luis Pinto  |  Maio 20, 2011 às 2:58 pm

    Olá a todos

    em particular à Elvira com quem me correspondi durante algum tempo.
    O Cunene está a crescer, ainda ontem vim de lá (de avião porque a estrada entre a Cahama e o Humbe está IMPRATICÁVEL) e sente-se a pujança daquela terra pela quantidade de estrangeiros que todos os dias chegam a Ondjiva: o médico italiano, o alemão da Cruz Vermelha, a espanhola e o francês da Escola de Formação Técnica, os sul-africanos e namibianos que já fazem parte da mobília e claro, os portugueses que continuam a chegar. É bom para aquela terra, é bom para o desenvolvimento. Embora, em muitos aspectos aquilo pareça o Far-West (talvez se pudesse chamar-lhe Far-South), com as ruas empoeiradas, os bares que ficam carregados de gente a beber cerveja, uma enorme indisciplina no trânsito e na própria vida. Está-se a construir um enorme Parque Logístico em Otchicango (Santa Clara) para a Alfândega e espera-se em pouco tempo um boom de crescimento (que não será certamente muito ordenado, mas que vai valer a pena).
    Em Xangongo, as coisas estão mais calmas, embora o quartel já não exista e a casa do comandante da companhia, onde nasci, seja pouco mais que uma ruína. Mandarei fotos a quem as pedir. O meu mail atp@sapo.ao
    Abraços
    Luis

    Responder
  • 23. Maria Virgínia Marques  |  Janeiro 15, 2012 às 10:08 pm

    Amei ler tão boas coisas da nossa linda terra,passava as férias grandes em Pereira d’Eça mas nasci na Mineira,vivi em Roçadas,com a minha mãe até 72,foram tempos que nem os 36anos que estou em Portugal conseguem apagar,maravilha.A igreja é linda,fui lá baptizada,saudades imensas.

    Responder
  • 24. António Santos Casa Nova  |  Agosto 13, 2012 às 10:57 am

    Viva! vim ter aqui por acaso. Vou voltar para saber se ainda Há Welwitschias mirabilis por lá. Em 72, andei por Roçadas e Pereira d´Eça, espreitei na fenda da Tundavala e vi Vila Arriaga lá em baixo, ao fundo no meio do deserto… Conheci Coamatos e Coanhamas, pessoas de porte altivo e dignidade de príncipes que me impressionavam (intimidavam?)… Tenho recordações fortes e intensas, estórias daquelas que se contam à volta da fogueira, naquela posição de cócoras “sentados” nos calcanhares, enquanto a galinha assada nas brasas passa de mão em mão ou se mete o dedo no gargalo da garrafa e se tira uma pitada de precioso sal…ou beber da malga, que circula como o frango,de mão em mão, aquela beberagem alcoólica de farinha fermentada (merufe?)…

    Responder
    • 25. pedromoraiscardoso  |  Agosto 13, 2012 às 11:03 am

      ….as welwitschias continuam a hipnotisar muito boa gente e até uma cerveja continua a ter o seu nome!

      Grande abraço!!! 🙂

      Responder
      • 26. A dos Santos  |  Agosto 18, 2012 às 10:57 am

        Olá, Pedro. Andei a ver na Wiquipedia sobre Welwitschias ( aqui vai um link: http://www.filacap.com.br/artigos/art00025.pdf), O que me espantou foi saber que só existem no Namibe, as suas estranhas carateristicas enquanto plantas e poderem viver 1000 (!) anos . Se calhar algumas que lá estão, já estavam quando Afonso Henriques deu a coça na mãe…
        Lembrei-me também de ir ao googl earth e dar uma volta por aquelas bandas… das quedas do Ruacaná até ao Lobito, é um instante. Um bocado insípido, lá isso é verdade…
        Um abraço também 🙂

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